Guia prático
Como separar estoque de peças e estoque de aparelhos
Misturar tela de iPhone com iPhone usado no mesmo "estoque mental" gera venda de peça como aparelho, OS sem baixa e inventário eterno. Separar cadastro e processo evita o caos.
Peças por quantidade e aparelhos por IMEI, com local físico e OS/PDV alinhados.
1. Duas lógicas de estoque
Peças: quantidade por SKU (película, flex, tela). Aparelhos: quantidade 1 por IMEI/serial.
O PDV e a OS precisam saber qual lógica está sendo movimentada.
2. Categorias e permissões
Categorias claras no cadastro filtram busca no balcão e no técnico.
Vendedor só vê o que precisa; técnico baixa peça na OS sem mexer em aparelho de vitrine.
3. Local físico espelha o sistema
Gaveta de peças ≠ vitrine de seminovos. Se o físico separa e o sistema não, a contagem nunca fecha.
Use observação de local no cadastro quando fizer sentido para a equipe.
4. OS consome peça; venda consome aparelho
Troca de tela baixa estoque de peça (e pode gerar serviço). Venda de seminovo baixa a unidade IMEI.
Fluxo de OS: ordem de serviço e checklist de entrada de aparelho.
5. Relatório e inventário por tipo
Balanço de peças em lote; balanço de aparelhos unidade a unidade.
Passo a passo: inventário de estoque.
Perguntas frequentes
- Aparelho para peças (sucata) entra como peça?
- Defina política: muitas lojas cadastram como aparelho com status ou categoria específica até desmontar — o importante é uma regra única.
- Posso vender peça sem código de barras?
- Sim, com SKU interno; código de barras acelera PDV — veja cadastro com código de barras.
- Dual varejo/atacado vale para peças?
- Quando ativo, saldo pode ser por canal; contagem e venda devem respeitar o canal da operação.
Recurso relacionado: Controle de estoque
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