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Guia prático

Como calcular margem em aparelho usado com custo por unidade

Usado não é "preço de tabela menos X%" — cada unidade tem custo de aquisição, reparo, taxa de pagamento e dias em vitrine. Margem real exige rastrear a peça, não só a categoria.

Margem em seminovo com custo por IMEI, taxas, giro e venda no PDV — sem misturar unidades no mesmo custo médio.

1. Custo da unidade, não do modelo

Dois iPhones iguais na vitrine podem ter custos diferentes (troca, bateria, origem). Cadastre e venda pela unidade.

Use estoque por IMEI para amarrar custo e preço de venda à mesma peça.

2. Some o que entra no custo

Valor pago na compra/troca, peças instaladas antes da venda, consulta IMEI paga e frete — o que a loja considera custo direto.

Defina política: margem mínima por faixa de ticket evita venda "no zero" por pressa.

3. Taxas e parcelamento

Cartão, antecipação e crediário próprio reduzem margem líquida — simule no preço ou na condição de pagamento.

Veja venda parcelada e crediário para não confundir receita com caixa.

4. Tempo parado

Aparelho 60 dias parado "come" margem mesmo sem novo custo — giro importa tanto quanto markup.

Relatórios de estoque e ruptura ajudam a ver o que encalhou; complemento em organizar estoque usado.

5. Fechamento com lucro real

Venda concluída com custo snapshot no sistema permite comparar período a período — não só faturamento.

Para inventário e saldo físico: inventário de estoque.

Perguntas frequentes

Posso usar custo médio para usado?
Para categoria genérica às vezes; para seminovo de alto valor, custo por unidade evita vender abaixo do que você pagou naquela peça.
Troca na compra entra como custo zero?
Troca tem valor de entrada — registre o que saiu e o que entrou, senão a margem da venda seguinte mente.
O sistema calcula margem automaticamente?
Com custo de compra e preço de venda na unidade, o Phone Gestor sustenta relatório operacional; a política de custos extras é da loja.

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